O episódio ocorreu após uma festa, onde a vítima perdeu a memória e foi posteriormente informada do que havia acontecido. Os agressores, entre eles seu melhor amigo, tentaram intimidá-la no hospital para que ela não registrasse a denúncia.

A situação se agrava com a presença das famílias dos agressores, que em vez de apoiar a vítima, tentam coagi-la a retirar a queixa. Isso reflete uma cultura de proteção aos agressores que perpetua a violência contra as mulheres.

Dados alarmantes indicam que, entre 2022 e 2025, o Brasil registrou uma média de 15 casos de estupro coletivo por dia, sendo a maioria as vítimas meninas e adolescentes. Essa realidade precisa ser enfrentada com urgência, inclusive no Espírito Santo, que não está livre dessa problemática.