Recentemente, um arraial em uma cidade brasileira se destacou por usar panfletos gerados por inteligência artificial. Essa prática, que trouxe economia aos organizadores, gerou um debate acalorado entre moradores e profissionais de design.
Enquanto alguns celebram a democratização do acesso ao design, artistas locais se preocupam com a perda de renda e a própria identidade estética. A crise da profissão se torna evidente à medida que o uso de IA se torna mais comum em eventos culturais.
No Espírito Santo, a iniciativa de usar IA para criar materiais gráficos pode ser vista como uma alternativa viável para pequenos eventos. Contudo, a falta de profissionais qualificados e a pressão por custos baixos geram divergências na comunidade de design. Os comentários nas redes sociais refletem essa divisão, com reações mistas sobre os efeitos a longo prazo na profissão.


