Durante um evento recente, o bolsonarista Paulo Figueiredo disparou críticas direcionadas a Michelle Bolsonaro, afirmando que “mulher vota muito mal”. Seu comentário gerou uma onda de reações, tanto de aliados quanto de adversários políticos. A senadora Damares Alves, por exemplo, disparou contra a declaração, destacando a importância do voto feminino.

A situação acendeu um alerta sobre a relevância do eleitorado feminino, que conta com aproximadamente 52% das eleitoras no Brasil. Com as eleições de 2026 se aproximando, essa fatia do eleitorado pode influenciar significamente os resultados, mais ainda em estados como o Espírito Santo, onde as mulheres têm mostrado um papel ativo nas decisões eleitorais.

Os índices de rejeição ao discurso misógino são crescentes, e a crítica pode afetar a imagem de candidatos que adotarem essa linha. Políticos locais devem estar atentos a como essas declarações se refletem em suas campanhas e nas percepções do público. A discussão sobre o papel da mulher na política capixaba se torna mais urgente e necessária.