O jovem atacante Endrick ainda não se firmou como titular na Seleção Brasileira devido à pressão tática imposta pela comissão técnica, liderada por Carlo Ancelotti. A resistência do jogador em cumprir funções defensivas, como a pressão na saída de bola, é vista como um obstáculo ao seu desenvolvimento no grupo nacional.
A torcida brasileira está dividida. Há quem defenda a criatividade e habilidade natural de Endrick, enquanto outros criticam a 'domesticação' do talento que, segundo eles, pode prejudicar o estilo livre que caracterizou o futebol brasileiro no passado.
No Espírito Santo, a discussão sobre a formação e o desenvolvimento de jovens talentos no futebol é cada vez mais pertinente. Com clubes buscando revelar novos atletas, como aconteceu com outros capixabas ao longo da história, a expectativa é alta em relação a como Endrick pode influenciar o futuro da Seleção. Ele é visto como um potencial ícone, mas sua adaptação às novas táticas é crucial.