Luiz Carlos Piassi, ex-prefeito de Castelo, terá que devolve r R$ 155.799,35 aos cofres públicos por despesas irregulares com uma eleição suplementar realizada em outubro de 2016. A condenação, emitida pela juíza Mariana Nolasco Monteiro, da 1ª Vara Federal de Cachoeiro de Itapemirim, destaca que o ex-prefeito estava ciente de sua inelegibilidade na época da disputa.
Os direitos políticos de Piassi foram suspensos por oito anos em 2013 devido a uma ação de improbidade administrativa, tornando-o inelegível em 2016. Apesar dessa condição, ele conseguiu seguir na disputa eleitoral utilizando uma liminar, obtendo 10.564 votos e vencendo a eleição.
Entretanto, a legalidade de sua candidatura foi contestada e, após impasses judiciais, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES) cassou seu diploma e de seu vice em 2017. Essa decisão foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2019, o que resultou na necessidade de novas eleições em Castelo.


