A economia capixaba, tradicionalmente marcada por um robusto setor industrial, enfrenta uma crescente desindustrialização, refletida em uma queda significativa na participação desse setor no PIB estadual. Entre as causas desse fenômeno, destaca-se a mudança nas dinâmicas de mercado e os desafios globais que afetam a competitividade.
Particularmente no Espírito Santo, a presença acentuada de commodities, como petróleo e minério de ferro, compõe um cenário complexo. O estado foi, por muitos anos, o mais industrializado do Brasil, superando a média nacional em crescimento econômico por quase quatro décadas, mas atualmente parece estar perdendo sua capacidade de atrair investimentos e inovação.
A desindustrialização não é exclusiva do Espírito Santo; estados de diversas regiões, mesmo os desenvolvidos, enfrentam o mesmo desafio. Essa realidade exige um esforço conjunto para reverter a tendência, promovendo um choque de competitividade que reinvista nas indústrias locais e no desenvolvimento de novas tecnologias.



