Carros elétricos vêm ganhando espaço nos rankings de emplacamentos do Brasil, e o BYD Dolphin Mini se tornou referência entre os compactos, com bateria de 38 kWh e autonomia de cerca de 280 km. Por isso, ele foi usado como base para calcular quanto custa uma recarga completa em 2026.
Em casa, o cálculo considera a tarifa da Enel em São Paulo, de R$ 0,670 por kWh com impostos, segundo dados da ANEEL referentes a agosto de 2026. Com esse valor, carregar totalmente a bateria do Dolphin Mini custa entre R$ 25,46 e R$ 26,06, a depender da variação de consumo.
Na prática, cada 100 km rodados no elétrico custam cerca de R$ 8,40 em energia. Um carro a combustão com consumo médio de 10 km por litro, e gasolina a R$ 6, gasta quase R$ 60 para rodar a mesma distância — uma diferença de mais de sete vezes a favor do elétrico.
Fora de casa, o cenário muda. Muitos eletropostos públicos, instalados em shoppings, supermercados e rodovias, ainda oferecem recarga gratuita, já que a legislação brasileira não permite cobrança direta pela energia nesses pontos — o único custo costuma ser o estacionamento.
Já nas estações rápidas e ultrarrápidas, o preço médio fica entre R$ 1,50 e R$ 2,00 por kWh, valor bem acima do residencial. Isso faz com que uma carga completa do Dolphin Mini nesses pontos custe entre R$ 57 e R$ 76 — ainda assim competitivo frente ao abastecimento com gasolina.
O material também recomenda cuidado na instalação da recarga doméstica. Embora seja possível usar uma tomada comum de 220V, o uso de carregadores dedicados, os Wallboxes, é indicado por oferecer proteção contra sobrecarga e aquecimento, especialmente em instalações elétricas mais antigas.


