O Impostômetro ultrapassou a marca de R$ 2 trilhões em 2026, um aumento significativo que gera debates acalorados sobre a justiça do sistema tributário. A crítica se concentra no fato de que os mais pobres são os mais impactados, uma vez que os impostos sobre consumo como ICMS e ISS são os mais prevalentes na arrecadação.

No contexto nacional, a reforma tributária de 2023 introduziu o IBS/CBS, mas especialistas alertam que a regressividade do sistema permanece sem ajustes adequados nas taxas de renda e fiscalização. Com a proposta de cashback, ainda há incertezas sobre como isso realmente beneficiará a população mais vulnerável.

Diante desse cenário, o Espírito Santo pode enfrentar desafios relacionados à gestão dos recursos provenientes dessa arrecadação crescente. A pressão sobre os serviços públicos, como educação e saúde, torna-se ainda mais evidente, uma vez que a população aguarda melhorias efetivas e não meramente promessas de reforma.