A Copa do Mundo começa oficialmente esta semana, e a Seleção Brasileira está pronta para estrear contra o Marrocos no sábado, 10 de junho, às 19h. O jovem Endrick, que marcou o gol da vitória na última partida do Brasil contra o Egito, é um dos destaques.
Simultaneamente, a Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, evento de grande relevância econômica e social, percebeu uma significativa redução no número de patrocinadores. Em anos anteriores, o evento movimentou mais de R$ 548 milhões, mas as marcas agora adotam um posicionamento mais discreto devido a pressões eleitorais e questões de imagem.
Esse novo cenário parece refletir uma tendência mais ampla que já chegou ao Brasil, onde marcas estão reconsiderando suas estratégias de marketing em relação ao apoio público a questões sociais, incluindo o direito LGBT+. A mudança é motivada pelo aumento do risco de boicotes e as complexidades de engajar com públicos diversos. Cientistas sociais notam que campanhas versando por um apoio universal têm gerado reações adversas.


