O Espírito Santo terá cinco candidatos na disputa pelo governo estadual em 2026. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, e o segundo turno, caso seja necessário, ocorre em 25 de outubro, de acordo com o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O estado tem 78 municípios e 2,9 milhões de eleitores aptos a votar, dos quais 412,3 mil têm voto facultativo.

Breno Augusto Fagundes Barcelos, do partido Missão, tem 41 anos, nasceu em Vitória e é formado em Engenharia. Disputa pela primeira vez um cargo eletivo e tem Victor Oliveira, também do Missão, como vice. A chapa concorre com o número 14.

Helder Ignacio Salomão, do PT, tem 62 anos, nasceu em Colatina e é professor de ensino médio. Concorre com o número 13 e tem a Professora Valdirene, do mesmo partido, como vice. Salomão já disputou a Prefeitura de Cariacica em 2004 e 2008, além de vagas de deputado federal em 2014, 2018 e 2022, mas nunca havia concorrido ao governo estadual.

Lorenzo Silva de Pazolini, do Republicanos, tem 44 anos, nasceu em Vitória e é servidor público estadual. Sua coligação, batizada de Paz pra Viver um Novo Tempo, reúne Republicanos, PL e Democrata, e concorre com o número 10. Eliane Leal, do PL, é a vice na chapa. Pazolini foi eleito prefeito de Vitória em 2020 e reeleito em 2024, cargo que deixou para disputar o governo estadual.

Rafael Ketley Demuner, da Unidade Popular (UP), tem 35 anos, nasceu em João Neiva e é servidor público federal. É a primeira disputa eleitoral do candidato, que tem Dionary Sarmento, de 81 anos, também da UP, como vice. A chapa concorre sem coligação, com o número 80.

Ricardo de Rezende Ferraço, do MDB, tem 63 anos, nasceu em Cachoeiro de Itapemirim e é o atual governador do Espírito Santo. Ele busca mais quatro anos de mandato com o número 15, tendo Camillo Neves, do Progressistas, como vice. A coligação Agora é o Futuro reúne MDB, PODE, AGIR, PSB, PDT, a Federação PSDB-Cidadania e a Federação União Progressista, formada por União e PP. Ferraço já disputou eleições como vice-governador em 2006 e 2022, e ao Senado em 2010 e 2018.