Em 2024, a produção de azeitona no Espírito Santo caiu significativamente, com a colheita reduzida para apenas duas toneladas, uma rebatida alarmante em relação às dez toneladas colhidas em 2023. Esta diminuição revela a fragilidade da olivicultura capixaba, que parecia promissora mas ainda não conseguiu se estabelecer de forma robusta no cenário econômico local. Além disso, a área cultivada de azeitonas reduziu-se drasticamente de 52 para 11 hectares em apenas um ano.
O rendimento médio, que já estava em declínio, encerrou 2024 com 182 kg por hectare. Esse cenário demonstra os limites climáticos e os elevados custos de produção como fatores que afetam diretamente a viabilidade da olivicultura no estado. Os agricultores estão enfrentando verdadeiros obstáculos financeiros que complicam ainda mais o incentivo à expansão dessa cultura.
Essas dificuldades impactam não apenas os produtores, mas também a economia local, que poderia se beneficiar de uma atividade agrícola diversificada. A queda na produção exige que os olivicultores reavaliem suas estratégias e busquem alternativas para sustentar suas atividades, diante de um panorama que desafia a sustentabilidade da olivicultura no Espírito Santo.
Com informações de Aqui Notícias ES · publicado originalmente em 28/04/2026.



