O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) de setembro de 2026 registrou alta de 1,57% no mês, segundo divulgação da Fundação Getulio Vargas nesta terça-feira. Embora o número pareça contido, o acumulado dos últimos 12 meses mostra uma pressão maior: 3,35%. É justamente esse percentual acumulado que será usado para reajustar a maioria dos contratos de aluguel assinados no Espírito Santo e no país.

O reajuste de 3,35% é resultado de um período de oscilações. Quando o índice fica mais elevado, inquilinos buscam estratégias para minimizar o impacto na renda mensal. O oposto também é válido: períodos de baixas ou índices negativos são excelentes momentos para negociar com o proprietário, pedindo revisão contratual ou renovação com cláusulas menos onerosas.

Para inquilinos capixabas, a dica é não deixar o reajuste passar despercebido. Revise seu contrato, verifique se a cláusula de reajuste realmente menciona o IGP-M, e, se possível, procure negociar com o proprietário. Há margem para acordos, especialmente se você é um inquilino com histórico de pagamentos em dia. Documentar tudo por escrito é essencial para evitar conflitos futuros.